sábado, 28 de maio de 2011

Unexplainable

Your words comfort me, your voice warms my body, like nothing else can or ever will. Safety and affection take now, more than ever, over my being. Complete abstraction of everything else before your presence, that even in spirit beholds me with feelings and emotions I never thought existed. Torn pages of a past, when a new and improved present overwhelms me, in which it is essencial for you to take part. Longing for the moment we both expect, when, not only in spirit, I will be able to demostrate my deepest thoughts of you, and finally prove myself this really isn't just I dream I'm doomed to wake up from 

domingo, 10 de abril de 2011

Esperança

Esperança que, a pouco e pouco, tudo se atenue e melhore, mas esperança essa que também, ao longo do tempo, se desgasta e corrói, esperança essa que julgo já inútil. o ver tudo cair desta forma, ao ver uma história desaparecer desta maneira, penso apenas: "O que será de nós, do que construímos?". Ainda que me confortem e me assegurem que certas coisas nunca mudam, começo também a duvidar disso. É-me difícil imaginar um futuro diferente do presente que levamos, ainda que saiba que ele há de chegar. É-me difícil imaginar um mundo diferente do que agora temos, ainda que saiba, também, que ele vai mudar. Quer queiramos quer não, e falo na terceira pessoa, pois julgo não ser a única a lutar contra esta situação que nos enfrenta, o que vivemos vai mudar, e bastante. Talvez também para melhor, talvez haja também um lado positivo da mudança que tudo está prestes a sofrer, quero apenas descobrir qual.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Aconteça o Que Acontecer

Porque as amizades, as verdadeiras sobretudo, são para o que der e vier. E cada vez mais me convenço que, venha o que vier, temos ambas um ombro amigo para oferecer uma à outra. Porque, aconteça o que acontecer, comigo ou contigo, eu tenho-te a ti, e tu a mim. Para chorar, rir, desabafar, ou estar simplesmente presente, temos um papel importante nas vidas uma da outra. E tu sabes que, qualquer coisa que acontece contigo, acontece comigo também, qualquer problema que a ti te afecte, afecta-me a mim também, magoa-me a mim também, entristece-me a mim também. Ainda que seja nesses momentos que mais necessitamos de apoio, há também que ter connosco alguém que ri quando nós rimos, que fica feliz quando nós ficamos e é também esse papel que desempenhas na minha vida assim como viso também desempenhar na tua. A vida atraiçoa-nos muitas vezes, e há que ter connosco quem nos console, quem torne esses maus momentos suportáveis, um pouco mais alegres, felizes até. E haja o que houver, aconteça o que acontecer, eu estou aqui. Estou aqui não só para rir contigo, ou até chorar, não só para tornar momentos que pensas não conseguir ultrapassar, em momentos que verás mais tarde como meros obstáculos, mas também porque sinto que, simplesmente, a tua presença, melhora tudo. E acredito que, não chorando ou rindo, não falando sequer, o facto de estar do teu lado, abraçar-te apenas, dar-te força, far-te-á mais forte e capaz de ultrapassar tudo. E estou também aqui porque, de facto, o amor e carinho que por ti tenho, leva a considerar-te mais que tudo. Mais que uma amiga, mais que uma melhor amiga, uma irmã. Irmã essa que protejo com tudo o que tenho, irmã essa que não suporto ver chorar, ou triste apenas. Porque, sinceramente, sinto-me na obrigação de te proteger. Por tudo o que passámos, tudo o que vivemos, tudo o que sofremos, sinto-me responsável por não te deixar ir a baixo quando mais parece que o vais fazer, responsável por te dar força quando necessitas e não a tens. Porque até sem chorares, a força falta-te, o olhar morre, a alma desgasta-se. E eu sei que, não apenas eu, mas todos os que te amam, conseguimos trazer de volta a rapariga que conhecemos. Rapariga essa que, mais uma vez, não só eu, mas todos, nos sentimos na obrigação de proteger e ajudar. Obrigação essa que de nada mais é fruto, a não ser de amor.

domingo, 20 de março de 2011

Ombro Amigo

Mais de um ano contigo, em que de tudo aprendi. Aprendi, sobretudo, o valor que uma boa amizade e um verdadeiro amigo têm para mim. Passámos por todo o tipo de situações, com todo o tipo de sentimentos, medos e esperanças, e ainda assim, ao fim deste tempo, ambos sabemos que podemos confiar um no outro. E, agora, orgulho-me dizer que és dos melhores amigos que tenho, das melhores amizade que mantenho. Com todas as contradições existentes entre nós, perto ou longe, juntos nos mantemos, sempre prontos a ajudar-nos um ao outro. Hoje sei que, a qualquer hora, tenho sempre em ti um ombro amigo, assim como uma palavra reconfortante, e isso espero que vejas em mim também.Quero também que saibas que, por ti, pelo teu bem-estar, estou disposta a fazer qualquer coisa, e que nunca te esqueças que, quer em momentos de fraqueza como de alegria, estarei sempre aqui para os partilhar contigo. Amo-te 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Clã

Dezembro, pleno Inverno. Noite fria, calma, escura, há neve por todo o lado, as famílias optam por se juntar em casa, à volta da lareira. Na rua apenas respira uma leve e silenciosa brisa que transporta as folhas das árvores caídas na neve, não há sinal de gente, não que se consiga ver. Crianças preferem o conforto de uma casa bem aquecida à neve, adultos, convívio e chocolate quente, para aquecer a alma. Típica noite de Inverno. Várias horas passam pela noite fora, o ambiente mantém-se calmo, frio, silencioso. Luzes acesas em todas as casas, famílias reunidas, sem excepções à regra. Noite perfeita, de facto, família reunida, lareira acesa.Uma realidade que, a meu ver, cada vez mais paralela à minha se torna. Neve? Não em Lisboa. Calmaria, silêncio, serenidade? Em Lisboa também não há disso, e certamente não há também entre os meus. Família? Sim, claro. Reunida? Em tempos, talvez, mas reunida deixou há muito de ser a palavra certa para definir a minha família. Conflitos, discussões, desentendimentos... Mil e uma razões que levaram e, cada vez mais, levam ao cada vez maior e mais grave afastamento de um clã. Um clã que em tempos, remotos, devo dizer, considerei dos mais fortes e unidos, mas que, num piscar de olhos, num estalar de dedos, se tornou apenas num grupo de pessoas que padecem da mesma condição genética. "Que diferença faz?" perguntam-se. A diferença entre um grupo de pessoas e um clã, uma família, é aparentemente ínfama, mas colossal, abismal. Uma diferença que, por palavras, não consigo transmitir, mas que no fundo, me entristece bastante. Porque saber que algo pode, tão repentinamente, mudar de forma tão radical, assusta-me. E assusta-me porque me faz pensar: "E se um dia tudo o que construímos, simplesmente desaparecer?". Isso sim, assusta-me, isso sim, entristece-me, isso sim, assombra-me.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Total e Completa Dependência

Há pouco menos de uma semana apareceste, e, no entanto, já provocaste em mim um dependência tal, da qual não me consigo nem quero ver livre. Hoje reges o meu dia como ninguém antes fazia. Mensagens e conversas, conversas e chamadas, carinhos e parvoíces, e sobretudo muito amor. Conjunto de coisas que hoje, vindas da tua parte, necessito. Necessito também que nunca cesses de me dar a alegria que hoje consegues dar, numa história que apesar de ainda jovem, viso tornar longa e rica. Obrigada por seres quem és.

7 Anos

5 de Fevereiro de 2011, 7 anos, como o tempo passa. Sei que hoje não entendem isto que aqui vos escreverei, mas sei que, um dia mais tarde, vão gostar de o ouvir, e recordar o amor que por vocês tenho e que cada vez mais cresce. Tinha apenas mais um ano do que vocês agora têm quando vos conheci, mas posso contar-vos como se fosse ontem. Lembro-me de olhar para as vossas caras, acabados de nascer, e pensar na alegria e prazer que teria em ver-vos crescer e tornarem-se crianças, adolescentes, e um dia adultos. O prazer que teria em um dia poder sentar-me ao vosso lado e contar-vos histórias de quando vocês eram pequenos, como a mim me contavam. Hoje relembro com muito carinho todos os anos que já ultrapassaram, e o quão rápido eles passaram. A verdade é que cresceram rápido, e que hoje são já rapazes de 7 anos, que de bebés já nada têm, ainda que continuemos a referirmo-nos a vocês como tal. Porque, tenham que idade tiverem, serão sempre os meus bebés, os nossos bebés.