quarta-feira, 13 de julho de 2011

Story of My Life

Breves olhares por cima do ombro, que me mostram o passado de uma história que ainda os primeiros passos leva. História essa por onde já várias personagens passaram, uns apenas figurantes, outros nem tanto, mas cada um deixando a sua marca, especial e específica. Marcas positivas e negativas, já muitas tive por este caminho que, ainda que curto agora seja, já tanto me mostrou. Caminho esse que me levou, nem sempre da melhor maneira, a conhecer muita gente, mas apenas alguns marcaram e, sobretudo, apenas raros ficaram. Posso dizer que nesse grupo te incluis, sem dúvida alguma. Um ombro onde posso chorar, uma mão para me agarrar, uma alma para me acompanhar. Com tudo isso te defino e, no entanto, com nada posso, de maneira alguma, agradecer-te. Contratempos que o tempo leva a dissolver e nos deixar então seguir num caminho mais aberto e feliz, onde ambos sabemos que para sempre queremos caminhar lado a lado, ainda que haja momentos em que o chão estremece, e esses sabemos que estarão sempre presentes. Com a certeza, porém, que lado a lado permaneceremos, ao auxílio um do outro, sem nunca hesitar ou vacilar. Faltam-me as palavras na tentativa de descrever o que vivemos, mas sempre com o conhecimento e certeza que do teu lado nunca me ausentarei, tal como te imploro que não te ausentes do meu. TL09211 ♥

terça-feira, 28 de junho de 2011

Hope

"I want to marry you. I want to have kids with you. I want to build us a house. I want to settle down and grow old with you. I want to die when I'm 110 years old, in your arms. I don't want 48 uninterrupted hours. I want a lifetime. Mmm. Do you see what happens? I say things like that and you fight the urge to run in the opposite direction. It's okay, I understand. I didn't, but now I do, I do. You're just getting started and I've been doing this for a long time now. Deep down, you're still an intern, and you're not ready."

And yet, this scarce hope still remains within the depths of my being.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Lembranças

Lembranças de um passado que, subtilmente, me corroem e destroem por dentro, ainda que tente resistir. Palavras e sensações vividas e partilhadas que, de um momento para o outro, se desvanecem na substância do tempo, ainda que tudo permaneça em mim. Tento lutar contra a presença que me acompanha, quando sei que só me atormenta e assombra. Tento sair do comboio, mas a linha continua e a minha paragem não chega, e nada mais do que dor e solidão me acompanham nesta viagem. Está para vir o dia em que consigo, por fim, sair. Em que me liberto deste sentimento que me prende a ti e a um passado que sei que ao presente nada se assemelha, mas cujo retorno espero, até que a chama se apague, e esperança se desvaneça.

domingo, 5 de junho de 2011

Over

Time to wake up :)

sábado, 28 de maio de 2011

Unexplainable

Your words comfort me, your voice warms my body, like nothing else can or ever will. Safety and affection take now, more than ever, over my being. Complete abstraction of everything else before your presence, that even in spirit beholds me with feelings and emotions I never thought existed. Torn pages of a past, when a new and improved present overwhelms me, in which it is essencial for you to take part. Longing for the moment we both expect, when, not only in spirit, I will be able to demostrate my deepest thoughts of you, and finally prove myself this really isn't just I dream I'm doomed to wake up from ♥

domingo, 10 de abril de 2011

Esperança

Esperança que, a pouco e pouco, tudo se atenue e melhore, mas esperança essa que também, ao longo do tempo, se desgasta e corrói, esperança essa que julgo já inútil. o ver tudo cair desta forma, ao ver uma história desaparecer desta maneira, penso apenas: "O que será de nós, do que construímos?". Ainda que me confortem e me assegurem que certas coisas nunca mudam, começo também a duvidar disso. É-me difícil imaginar um futuro diferente do presente que levamos, ainda que saiba que ele há de chegar. É-me difícil imaginar um mundo diferente do que agora temos, ainda que saiba, também, que ele vai mudar. Quer queiramos quer não, e falo na terceira pessoa, pois julgo não ser a única a lutar contra esta situação que nos enfrenta, o que vivemos vai mudar, e bastante. Talvez também para melhor, talvez haja também um lado positivo da mudança que tudo está prestes a sofrer, quero apenas descobrir qual.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Aconteça o Que Acontecer

Porque as amizades, as verdadeiras sobretudo, são para o que der e vier. E cada vez mais me convenço que, venha o que vier, temos ambas um ombro amigo para oferecer uma à outra. Porque, aconteça o que acontecer, comigo ou contigo, eu tenho-te a ti, e tu a mim. Para chorar, rir, desabafar, ou estar simplesmente presente, temos um papel importante nas vidas uma da outra. E tu sabes que, qualquer coisa que acontece contigo, acontece comigo também, qualquer problema que a ti te afecte, afecta-me a mim também, magoa-me a mim também, entristece-me a mim também. Ainda que seja nesses momentos que mais necessitamos de apoio, há também que ter connosco alguém que ri quando nós rimos, que fica feliz quando nós ficamos e é também esse papel que desempenhas na minha vida assim como viso também desempenhar na tua. A vida atraiçoa-nos muitas vezes, e há que ter connosco quem nos console, quem torne esses maus momentos suportáveis, um pouco mais alegres, felizes até. E haja o que houver, aconteça o que acontecer, eu estou aqui. Estou aqui não só para rir contigo, ou até chorar, não só para tornar momentos que pensas não conseguir ultrapassar, em momentos que verás mais tarde como meros obstáculos, mas também porque sinto que, simplesmente, a tua presença, melhora tudo. E acredito que, não chorando ou rindo, não falando sequer, o facto de estar do teu lado, abraçar-te apenas, dar-te força, far-te-á mais forte e capaz de ultrapassar tudo. E estou também aqui porque, de facto, o amor e carinho que por ti tenho, leva a considerar-te mais que tudo. Mais que uma amiga, mais que uma melhor amiga, uma irmã. Irmã essa que protejo com tudo o que tenho, irmã essa que não suporto ver chorar, ou triste apenas. Porque, sinceramente, sinto-me na obrigação de te proteger. Por tudo o que passámos, tudo o que vivemos, tudo o que sofremos, sinto-me responsável por não te deixar ir a baixo quando mais parece que o vais fazer, responsável por te dar força quando necessitas e não a tens. Porque até sem chorares, a força falta-te, o olhar morre, a alma desgasta-se. E eu sei que, não apenas eu, mas todos os que te amam, conseguimos trazer de volta a rapariga que conhecemos. Rapariga essa que, mais uma vez, não só eu, mas todos, nos sentimos na obrigação de proteger e ajudar. Obrigação essa que de nada mais é fruto, a não ser de amor.