domingo, 20 de março de 2011
Ombro Amigo
Mais de um ano contigo, em que de tudo aprendi. Aprendi, sobretudo, o valor que uma boa amizade e um verdadeiro amigo têm para mim. Passámos por todo o tipo de situações, com todo o tipo de sentimentos, medos e esperanças, e ainda assim, ao fim deste tempo, ambos sabemos que podemos confiar um no outro. E, agora, orgulho-me dizer que és dos melhores amigos que tenho, das melhores amizade que mantenho. Com todas as contradições existentes entre nós, perto ou longe, juntos nos mantemos, sempre prontos a ajudar-nos um ao outro. Hoje sei que, a qualquer hora, tenho sempre em ti um ombro amigo, assim como uma palavra reconfortante, e isso espero que vejas em mim também.Quero também que saibas que, por ti, pelo teu bem-estar, estou disposta a fazer qualquer coisa, e que nunca te esqueças que, quer em momentos de fraqueza como de alegria, estarei sempre aqui para os partilhar contigo. Amo-te ♥
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Clã
Dezembro, pleno Inverno. Noite fria, calma, escura, há neve por todo o lado, as famílias optam por se juntar em casa, à volta da lareira. Na rua apenas respira uma leve e silenciosa brisa que transporta as folhas das árvores caídas na neve, não há sinal de gente, não que se consiga ver. Crianças preferem o conforto de uma casa bem aquecida à neve, adultos, convívio e chocolate quente, para aquecer a alma. Típica noite de Inverno. Várias horas passam pela noite fora, o ambiente mantém-se calmo, frio, silencioso. Luzes acesas em todas as casas, famílias reunidas, sem excepções à regra. Noite perfeita, de facto, família reunida, lareira acesa.Uma realidade que, a meu ver, cada vez mais paralela à minha se torna. Neve? Não em Lisboa. Calmaria, silêncio, serenidade? Em Lisboa também não há disso, e certamente não há também entre os meus. Família? Sim, claro. Reunida? Em tempos, talvez, mas reunida deixou há muito de ser a palavra certa para definir a minha família. Conflitos, discussões, desentendimentos... Mil e uma razões que levaram e, cada vez mais, levam ao cada vez maior e mais grave afastamento de um clã. Um clã que em tempos, remotos, devo dizer, considerei dos mais fortes e unidos, mas que, num piscar de olhos, num estalar de dedos, se tornou apenas num grupo de pessoas que padecem da mesma condição genética. "Que diferença faz?" perguntam-se. A diferença entre um grupo de pessoas e um clã, uma família, é aparentemente ínfama, mas colossal, abismal. Uma diferença que, por palavras, não consigo transmitir, mas que no fundo, me entristece bastante. Porque saber que algo pode, tão repentinamente, mudar de forma tão radical, assusta-me. E assusta-me porque me faz pensar: "E se um dia tudo o que construímos, simplesmente desaparecer?". Isso sim, assusta-me, isso sim, entristece-me, isso sim, assombra-me.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Total e Completa Dependência
Há pouco menos de uma semana apareceste, e, no entanto, já provocaste em mim um dependência tal, da qual não me consigo nem quero ver livre. Hoje reges o meu dia como ninguém antes fazia. Mensagens e conversas, conversas e chamadas, carinhos e parvoíces, e sobretudo muito amor. Conjunto de coisas que hoje, vindas da tua parte, necessito. Necessito também que nunca cesses de me dar a alegria que hoje consegues dar, numa história que apesar de ainda jovem, viso tornar longa e rica. Obrigada por seres quem és.
7 Anos
5 de Fevereiro de 2011, 7 anos, como o tempo passa. Sei que hoje não entendem isto que aqui vos escreverei, mas sei que, um dia mais tarde, vão gostar de o ouvir, e recordar o amor que por vocês tenho e que cada vez mais cresce. Tinha apenas mais um ano do que vocês agora têm quando vos conheci, mas posso contar-vos como se fosse ontem. Lembro-me de olhar para as vossas caras, acabados de nascer, e pensar na alegria e prazer que teria em ver-vos crescer e tornarem-se crianças, adolescentes, e um dia adultos. O prazer que teria em um dia poder sentar-me ao vosso lado e contar-vos histórias de quando vocês eram pequenos, como a mim me contavam. Hoje relembro com muito carinho todos os anos que já ultrapassaram, e o quão rápido eles passaram. A verdade é que cresceram rápido, e que hoje são já rapazes de 7 anos, que de bebés já nada têm, ainda que continuemos a referirmo-nos a vocês como tal. Porque, tenham que idade tiverem, serão sempre os meus bebés, os nossos bebés.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A Vida Perde-se Num Segundo
Um segundo, um mísero segundo que, de alguma forma, muda tudo. Num segundo perde-se um sorriso, uma lágrima, um olhar, uma vida. Num segundo se perde também uma amizade, um amor, um império contruídos por dois, destruído por um. Num segundo tudo se transforma, tudo se altera, tudo se perde. É precisamente por tudo se perder em breves momentos, que nem um segundo da nossa vida nos devemos dar ao luxo de desperdiçar. No jogo da vida, todas as cartas valem, todas as jogadas contam, e todas têm o seu impacto. E no jogo da vida, qualquer distracção altera o futuro.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Amizade
Posso até por vezes precipitar-me no que toca a amizades, mas, no teu caso, estou convicta de que se trata de algo verdadeiro, não de uma amizade falsa ou passageira, ou, pelo menos, assim o espero e desejo. Porque apesar de vivermos ainda uma amizade recente, já me deste muitas alegrias, o que me leva, de facto, a escrever-te isto. Queria poder estar contigo, mas ainda que o tempo e o espaço não o permitam, tornaste-te numa pessoa bastante importante para mim, e também numa que muito querida me é. Espero um dia conseguir fazer-te sentir como já tantas vezes me fizeste, visto que em apenas semanas conseguiste dar-me mais do que muitos em meses e anos. Conversas, apoios, desabafos, palavras, músicas, e muita amizade, e espero um dia poder juntar a isto também um grande abraço. Sinto-te como um abrigo, um ombro amigo uma mão que me socorre, e espero que o sintas a meu respeito, pois é isso que para ti viso ser. Porque espero que saibas também que os meus braços estão sempre abertos para te receber, a minha mão sempre estendida para te agarrar, e o meu ombro sempre pronto para te poderes encostar. Não sei se sabes, mas quero que fiques a saber: amo-te, de facto, como um irmão.
Mais Que Amigos , Família
Para sobreviver e ultrapassar certos obstáculos, todos precisamos de alguém. De um ombro amigo, de uma palavra carinhosa, de um apoio incondicional. A mim, felizmente, nunca esse apoio me faltou, nunca nenhuma destas 8 pessoas esse ombro me negou. A vocês devo muito, devo sorrisos, lágrimas, momentos e carinhos, a vocês devo uma vida.
São nove anos, quase dez. Nove anos de muita estupidez, brincadeira, ajuda e apoio, mas, sobretudo, nove anos de pura amizade. Temos uma irmandade inquebrável, um total conhecimento uma da outra, uma empatia fabulosa. És dos tais de nunca me falharam e nunca apoio e ajuda me negaram. A ti devo tudo o que hoje sou Catarina, está também na hora de retribuir.
Não são anos nem meses, apenas semanas. Mas semanas que, apesar de poucas, te tornaram já num grande amigo e num grande porto de abrigo. Como tu próprio dizes, amamo-nos como irmãos, e como tua irmã que para ti eventualmente serei, nunca nada de que precises te negarei. Sabes que, aconteça o que acontecer Bernardo, a minha mão estará sempre aqui para te ajudar, e te agarrar quando fores a cair.
4 anos contigo. Contigo mudei, mudei muito. Ensinaste-me a viver, ensinaste-me a crescer. Já passámos por muito, muitas aulas, muitas brincadeiras, muitas parvoíces, muita amizade. A ti devo muito também, porque como também já te disse, considero-te uma pessoa maravilhosa, a quem tenho o prazer de considerar uma das minhas melhores amigas. Deixar-te seria um erro, e perder-te uma imensa dor. Garanto-te Inês, no que depender de mim, isso nunca vai acontecer.
És o verdadeiro de 0 a herói. Como é impressionante a tamanha importância que adquiriste em apenas meses. É verdade que o tempo contigo não é muito, e as conversas cada vez menos também, mas é também verdade que tens um lugar no meu coração, e esse nunca vai mudar. Apesar de tudo isso Pedro, és um melhor amigo.
Apenas 2 anos, que contigo parecem séculos. Passaste de total desconhecida a uma das mais valiosas amigas que tenho, e também das que melhor me compreende e ajuda. Ainda que muito se tenha passado Bia, tornaste-te de tal maneira importante que hoje tenho o prazer de te chamar melhor amiga. És aquela que sei que me lançará a mão quando precisar de a agarrar, como já tantas vezes fizeste. Sei também que estarei sempre disposta afazer por ti o que precisares, e sempre fizeste por mim.
Faz daqui a uns meses um ano, um ano que passei contigo. Neste ano, como sabes, muito se passou. E apesar de nem tudo ter sido bom, conseguimos recuperar uma amizade que já a princípio julgava especial. És um dos meus pilares Raquel, alguém com quem sei que posso contar, e que espero que saiba também que estou sempre disposta a ajudar. A distância não é fácil, eu sei. Mas sei também que sempre conseguimos e vamos conseguir superá-la.
Há mais de um ano que te tenho comigo, há mais de um ano que me estendes a mão sempre que me sinto a cair num vazio, há mais de um ano que mantenho contigo uma das mais fortes amizades que tenha, ainda que por vezes estejamos distantes. És um porto de abrigo numa tempestade Rita, e sei que tens sempre ouvidos e bons conselhos para me oferecer, sem nunca julgamentos fazer.
Começámos precipitadamente, e muito se passou desde aí. Zangas, insultos, discussões, mas ambos sabemos que o que sempre esteve por trás foi uma amizade mais forte que quaisquer desentendimentos que pudessem haver. Sinto um carinho inexplicável por ti, já que em tão pouco tempo passámos por tanto Gonçalo. Guardo as melhores memórias e recordações tuas e de uma amizade ainda jovem, mas quero guardá-las comigo sempre, até quando, um dia, a nossa amizade já tiver dado os seus maiores passos e escrito as suas páginas, mas sem nunca cair ou a caneta falhar.
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